30 janeiro, 2011

Tenha uma Estratégia Antes de Agir

O mercado está cada vez mais concorrido, já que as empresas vêm investindo na qualificação dos profissionais, em pesquisa, desenvolvimento e tecnologia para empregar os recursos em busca de melhores resultados. Além disso, por conta das oscilações econômicas que acabam por influenciar a realização de planos e cumprimento de metas, concluímos que o mundo dos negócios está instável. Por essas razões, torna-se imprescindível encontrar alternativas estratégicas para alcançar soluções satisfatórias e viáveis, que tragam resultados a curto, médio e longo prazo. Mas de que forma trabalhar para conseguir esses objetivos? Será que a busca por informações estratégicas e seu processamento de forma inteligente pode ser uma boa saída?

Uma ferramenta de gestão empresarial bastante utilizada é a Análise SWOT, que consiste no estudo do cenário externo e da realidade interna de uma organização. Esse tipo de medida é de fundamental importância para se iniciar um projeto importante e, principalmente, para criar ações estratégicas em momentos de incerteza, porque nos permite conhecer os fatores favoráveis e desfavoráveis que o mercado apresenta, além de situar a organização dentro do seu real contexto. É preciso tomar decisões com qualidade e colocar em prática as boas idéias, no entanto, tudo deve ser feito com cautela e com a estratégia adequada. Falo isso porque é muito comum encontrarmos casos de empresas com produtos e serviços inovadores, mas que acabam pecando nas estratégias de atuação frente ao mercado em que atuam.

O termo SWOT é uma sigla em inglês, que representa um acrônimo de Forças (Strenghts), Fraquezas (Weaknesses), Oportunidades (Opportunities) e Ameaças (Threats). A técnica é creditada a Albert Humphrey, que liderou um projeto de pesquisa na Universidade de Stanford nas décadas de 1960 e 1970, usando dados da revista Fortune sobre as 500 maiores corporações.

A Análise SWOT é um sistema simples que tem por objetivo verificar a posição estratégica da empresa no ambiente em questão. A análise se divide em Ambiente Interno, composto pelos itens Forças e Fraquezas; e Externo, relacionado às Oportunidades e Ameaças. A parir dessa divisão é possível estabelecer aquilo que é de responsabilidade da empresa, e o que é uma antecipação do futuro, ou seja,  o que se pode traçar a respeito de possibilidades positivas ou negativas do macro ambiente econômico.

Depois de fazer o levantamento de dados é chegada a hora de cruzar as informações, para que, dessa maneira, seja possível encontrar alternativas para a sua operação de negócios. Combinando fatores externos e internos você terá a chance de saber como suas forças podem servir como impulso para aproveitar as oportunidades já existentes no mercado, ou, ainda, saber como deve se reposicionar em relação às fraquezas para não sofrer as conseqüências das ameaças encontradas.
Há mais de três mil anos, Sun Tzu, considerado um dos maiores estrategistas militares de todos os tempos e autor do livro “A Arte da Guerra” já dizia: “Concentre-se nos pontos fortes, reconheça as fraquezas, agarre as oportunidades e proteja-se contra as ameaças”.

Essa ferramenta pode ajudar você na avaliação de empresas,  projetos,  produtos, serviços e equipes. Para isso, faça as seguintes perguntas para cada item:

Pontos Fortes:

O que você, sua empresa e equipe fazem bem?
Que recursos especiais você possui e pode aproveitar?
Quais os seus diferenciais?
O que a concorrência,a equipe,os clientes e os fornecedores acham que você faz bem?
Pontos Fracos:

No que você precisa ficar atento?
O que precisa melhorar?
Onde deve se blindar?
Onde possui menos recursos que os demais?
Quais são suas fraquezas identificadas pelos outros?
Ameaças:

Que ameaças (leis, regulamentos, concorrentes) podem lhe prejudicar?
Qual o ponto forte do seu concorrente que pode ser uma ameaça para você?
Quais as estratégias e diferenciais dos seus concorrentes?
Oportunidades:

Quais são as oportunidades externas que você pode identificar?
O que seu cliente deseja e precisa que pode servir como oportunidade de negócio?
Como agregar valor ao seu produto e ao seu serviço?
Que tendências você pode aproveitar ao seu favor?
Após responder essas perguntas, crie planos de ações estratégicos e alcance melhores resultados.

Por Carlos Cruz :: http://www.carloscruz.com.br/

28 janeiro, 2011

11 conselhos para tornar-se um grande CEO de startup

por InformationWeek Brasil
18/01/2011
Lista traz posturas valiosas para os líderes querem ver um empreendimento nascente transformar em um grande negócio

Longe de uma posição apenas glamorosa, gerir uma companhia nascente é um trabalho árduo. O site OnStartups.com listou 14 conselhos para quem quer tornar-se um grande CEO de startup. Separamos 11 dicas que podem ser úteis.

1. Seja um guardião da visão da companhia: Tenha em mente os objetivos de longo prazo para direcionar iniciativas que se tornarão peças dentro do que pode virar um grande quebra-cabeças, caso a companhia chegue ao tamanho de um Google, por exemplo.
2. Absorva a dor: O CEO de uma nascente funciona meio como uma boneca vodu. Ele precisa ser capaz de lidar com níveis elevados de estresse, dor, pânico e tortura enquanto toma decisões. Além de absorver o possível sofrimento, ele precisa achar uma forma de não deixar isso transparecer e impactar negativamente a companhia.
3. Encontre as pessoais mais inteligentes: Startups têm grandes possibilidades de encontrar talentos. Encontre profissionais mais capazes que você para lidar com tópicos específicos e entenda como fazê-los produzir um grande resultado. Aprender a perder essas pessoas a medida que o negócio caminha é outro ponto a ser trabalhado.
4. Seja uma boa conexão entre a companhia e os investidores: Um bom fundo aporta recursos em duas ou três novas empresas todo o ano. Compreender o foco desse elo da cadeia e contribuir nessa parte pode deixá-lo em uma boa posição.
5. Seja capaz de aprender durante o trabalho: Grande parte dos CEOs de empresas nascentes não começou com um MBA, mas teve capacidade de aprender caminhos e corrigir falhas a medida que as responsabilidades cresciam.
6. Quanto menos experiência melhor: Talvez seja até melhor começar com "zero de experiência" como CEO de startup. Muitos cursos de gestão ensinam a trabalhar em uma companhia com diversos funcionários. Numa nascente, o cenário é absurdamente oposto a esse. Poucas pessoas que precisam saber bastante de diversas disciplinas.
7. Saiba dizer "não": Chega um ponto que você se verá frente a uma lista de potenciais parceiros, investidores, empregados e mais. Isso soa absolutamente interessante. Á medida que a empresa cresce, precisa de recursos... Nesses casos, é fácil dizer sim. Contudo, essa pode não ser a melhor resposta. Mantenha as rédeas e norteie o crescimento dentro de uma visão macro. Saiba quando é hora de dizer "não".
8. Tenha algum conhecimento técnico: Um bom CEO de startup não pode ter medo de dominar um pouco de linhas de código e editores de texto. Não que se exija isso no dia a dia, mas é necessário dominar alguns requerimentos técnicos - tão importantes quanto dominar a arte de gestão.
9. Tenha habilidade de falar de forma audível: Nada anda de acordo com o planejado. O caos toma conta do ambiente. Talvez seja hora de se fazer ouvir.
10. Motive o time durante momentos críticos: Pessoas adoram falar sobre seus negócios, especialmente se ele vai bem. Um bom CEO é capaz de captar esses momentos de manifestação pública de afeto para manter a companhia focada. A situação pode ficar tensa, principalmente se a companhia estiver frente a frente, por exemplo, com uma grande oportunidade/contrato a ser assinado. Comunique-se com seu time e isso pode significar algo singelo, como uma mensagem simples de e-mail. NÃO SE ACOVARDE.
11. Não seja um "CEO Falso": Preocupe-se com coisas que produzam resultados ao negócio (não apenas em aparecer reportagens na mídia). Lembre-se: você é o líder e terá que colocar a mão na massa muitas vezes para fazer a empresa tornar-se realidade.

21 janeiro, 2011

Acomodado eu? Consultores dão dicas para saber se está acomodado no trabalho

Falta de inovação e a não preocupação em aparecer podem ser indicativos de acomodação

Por Gladys Ferraz Magalhães , InfoMoney

João trabalha na mesma empresa há anos, nunca mudou de cargo, mas está contente com a função que exerce, com o salário que recebe e não tem nenhuma pretensão de assumir novas responsabilidades, ou de procurar uma nova colocação no mercado. João pode ser considerado uma pessoa feliz? Sim, mas também poder ser que João seja acomodado.

De acordo com as especialistas ouvidas pelo Portal InfoMoney, a headhunter da De Bernt Entschev Human Capital, Cristina Reininger; e a consultora de Outplacement da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Maria Helena Mazari, a falta de inovação e a não preocupação em aparecer, por exemplo, podem ser indicativos de acomodação.

"A pessoa começa a achar que tudo faz parte da rotina e passa a não trazer soluções para a empresa. Ela não inova e não se preocupa em aparecer, em fazer mais, em dar sugestões", diz Cristina.

Sem promoções

Outros indícios de que o profissional pode estar acomodado são não ser chamado para novos projetos na empresa e não ser agraciado por promoções, especialmente quando colegas na mesma função, com menos tempo de empresa, conseguem evoluir dentro da companhia.

"Este é um sinal, entre outras coisas, de que a pessoa tem baixa produtividade, não procura melhorar as dificuldades apontadas, não se recicla, é sem energia", explica Maria Helena.

Impactos

Ainda de acordo com as especialistas, a acomodação pode levar à estagnação da carreira e até à demissão, já que o profissional não acompanha o desenvolvimento da equipe e da empresa como um todo.

Além disso, pessoas que costumam apresentar acomodação na vida profissional costumam não se atualizar, o que pode dificultar uma possível busca de recolocação no mercado de trabalho.

Por outro lado, ao perceber que está acomodado, o profissional pode tentar reverter a situação, procurando se atualizar, sanar possíveis "gaps", sendo mais participativo e até procurando a ajuda de profissionais mais experientes, como um mentor, ou mesmo o líder ou o RH (Recursos Humanos) da empresa. 

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17 janeiro, 2011

Talento: o que é e como se tornar um?

Hoje, as empresas esperam que os profissionais assumam riscos, sejam arrojados, criativos e busquem sempre estar atualizados


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Por Gladys Ferraz Magalhães, InfoMoney

Algumas características são essenciais para quem assume a árdua tarefa de ser líder. Relacionamento interpessoal, saber ouvir e administrar conflitos, praticar elogios, resolver problemas, tomar decisões, mostrar confiança e credibilidade são algumas delas.

Nas relações de trabalho, mais do que um guia para os colaboradores, quem assume esta postura gera o comprometimento de todos para alcançar as metas da empresa. "O mercado precisa de líderes que garantam uma flexibilidade necessária diante das mudanças, que sejam inovadores, engajem sua equipe e tenham credibilidade com visão de futuro", explica Crismeri Delfino Corrêa, vice-presidente de Gestão e Inovação da ABRH-RS.

Esta habilidade pode ser treinada, mas depende da vontade de cada profissional. Sabe-se que o líder pode ser construído, treinado, capacitado, e para isto, precisa colocar todos os seus esforços nas competências de liderança que possui.

O verdadeiro líder se desenvolve quando aprende a ensinar e delegar tarefas de forma eficaz, mas isso não deve ser confundido com rigidez. "Antigamente entendia-se que os líderes eram aqueles que tinham mais força física. Entretanto, hoje em dia, ninguém consegue ser rígido com um público que sabe o que quer e não admite mais submissão", completa Crismeri. 

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12 janeiro, 2011

Você sabe agir corretamente sob pressão?

Todos já passamos por alguma situação em que fosse preciso pensar e agir rápido, e é imprescindível ter o máximo de cuidado possível para não acabar atropelando as etapas

Por Redação,

É cada vez mais comum a necessidade de realizar trabalhos sob pressão. As exigências são de que tomemos atitudes com rapidez, em meio à confusão do dia a dia, falta de tempo e, muitas vezes, com diversos problemas, como mal-entendidos e problemas de comunicação na empresa. Tentar manter a calma para as tomadas de decisão é o primeiro passo a dar.

Todos já passamos por alguma situação em que fosse preciso pensar e agir rápido, e é imprescindível ter o máximo de cuidado possível para não acabar atropelando as etapas e acabar fazendo o que poderia ser a solução se tornar um problema maior ainda.

De acordo com o coach Paulo Roberto de Souza, quanto maior a pressão, maior é a possibilidade de tomar a decisão errada: "a pergunta correta deveria ser 'o que está acontecendo? ' e não 'o que eu devo fazer?"

Analisar a raiz do problema é o primeiro passo para encontrar soluções e resolver adversidades. "Por isso, reuniões periódicas são importantíssimas dentro de uma empresa. Não adianta esperar o fogo começar para depois apagá-lo. É preciso evitar que o incêndio comece", analisa Paulo Roberto.

sob pressão
Você consegue trabalhar sob pressão? (Imagem: iStockPhotos)


Uma vez que o problema é reconhecido, chega a hora de pensar na melhor atitude a adotar. Outra dica importante é priorizar o que deve ser feito. Anote em um papel tudo aquilo que deve ser resolvido e enumere as mais importantes, as mais urgentes. Lembre-se sempre de uma dica essencial: tente resolver apenas o que é controlável. Nada de achar que pode ajudar todos os setores, que é capaz de resolver.Nessas horas, vale consultar algum expert no assunto, uma pessoa que saiba lidar com essas situações e tenha vivência na tomada de decisões sob pressão. Muitas vezes um jovem age por impulso e acaba tentando resolver os problemas de forma mais rápida. E nunca devemos nos esquecer que, no mundo em que vivemos hoje, saber trabalhar sob pressão é quase um quesito obrigatório numa entrevista de emprego! 

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11 janeiro, 2011

Reduzida alíquota de ICMS para restaurantes do Estado do Rio de Janeiro

Pelo Decreto 42.772, publicado no DO-RJ de 30-12-2010, o Governador do Estado do Rio de Janeiro reduziu para 2% do faturamento o percentual de tributação do ICMS incidente sobre os bares, restaurantes e similares que optarem pelo regime de estimativa em substituição ao regime de apuração normal do ICMS (confronto por débitos e créditos).
A redação anterior do artigo 34 do Livro V do RICMS-RJ estabelecia a alíquota da estimativa do ICMS em 4%.

DECRETO 42.772, DE 29-12-2010
(DO-RJ DE 30-12-2010)
O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições constitucionais e legais, e tendo em vista o disposto no processo n.º E-04/012 968/2010,
D E C R E T A:
Art. 1.º O disposto no caput do artigo 34 do Livro V do Regulamento do ICMS aprovado pelo Decreto n.º 27.427, de 17 de novembro de 2000, passa a vigorar com a seguinte redação:
“Art. 34. O contribuinte do ICMS que exerça atividade de fornecimento de alimentação compreendida na classe CNAE 5611-2 - Restaurantes e Outros Estabelecimentos de Serviços de Alimentação e Bebidas, pode, em substituição ao sistema comum de tributação, calcular o valor do ICMS, devido a cada mês, pela aplicação direta do percentual de 02% (dois por cento) sobre a receita bruta auferida no período, excluídos os produtos sujeitos à substituição tributária.”.
Art. 2.º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.
SÉRGIO CABRAL

09 janeiro, 2011

Como trabalhar para deixar a sua empresa entre as primeiras?

Consultor e diretor do Grupo Wiesel destaca as ações mais importantes para o crescimento de uma empresa

InfoMoney

O ano é novo, porém os problemas são velhos e muito conhecidos dos gestores e líderes das empresas.
Como inovar sem se desprender das raízes? O que fazer para diferenciar a organização das outras? Como reter os principais talentos? Quais formas de atrair novos clientes?

"Em primeiro lugar, é necessário colocar em prática a educação empreendedora. Fazem parte deste conceito noções de respeito às diferenças, sustentabilidade e organização do tempo", afirma o consultor e diretor do Grupo Wiesel, Gilberto Wiesel.

Segundo ele, por meio de atitudes como essas, a rotina da empresa flui melhor, já que a administração eficaz das horas de trabalho gera mais produtividade.

Tão importante quanto a dica já mencionada é manter unida a equipe de profissionais da organização. O trabalho, explica o consultor, envolve respeitar as diferenças entre os funcionários e encará-los como peças essenciais para o desempenho eficaz das atividades de sua empresa.

Alinhando o time

A frase "união faz a força" é antiga, mas é algo que nunca sai de moda no dicionário corporativo. Criatividade e desenvolvimento de novos projetos dos colaboradores são de extrema importância para o sucesso.

"Para a empresa, representa riqueza de ideias e pensamentos, o que certamente contribui na hora de tomar decisões ou desenvolver novos produtos ou serviços. A vantagem é estendida também aos outros clientes, aos consumidores", avalia Wiesel.

Novos ventos

O consultor ainda levanta a questão das novas tendências, fator esse que deve estar sempre na pauta dos gestores. O exemplo é a tecnologia, dando ênfase na comunicação e interatividade com os clientes.

"Busque compreender as inovações e veja as possibilidades de seu negócio continuar próspero também no mundo virtual. Para isso, estabeleça mais afinidade com as mídias sociais, por exemplo, locais em que é possível ficar relativamente mais próximo de seus consumidores", explica o consultor.

Por fim, Wiesel aponta a maior participação feminina nos ambientes profissionais, movimento comportamental que deve ser ampliado em 2011. 

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